A Inteligência Artificial deixou de ser uma abstração futurista para se tornar parte ativa da rotina das empresas. Ela já influencia decisões estratégicas, redefine processos e muda profundamente a forma como marcas se comunicam, se relacionam e geram valor. Mas, a IA no marketing não se limita a eficiência operacional, mas alcança algo mais profundo: a maneira como entendemos pessoas, dados e experiências.
Em Surfando no Tsunami, Walter Longo propõe uma metáfora poderosa para explicar esse momento histórico. Segundo ele, a IA não é apenas mais uma onda tecnológica, mas um verdadeiro tsunami: rápido, abrangente e impossível de ignorar. Não se trata de escolher se vamos ou não adotar a tecnologia, mas de decidir como vamos conviver com ela. Para o marketing, isso significa abandonar práticas genéricas e abraçar um modelo mais inteligente, preditivo e humano ao mesmo tempo.
No conteúdo de hoje, vamos explorar como a inteligência artificial no marketing está transformando campanhas, análises e operações, trazer os principais insights do livro de Walter Longo e mostra como essas ideias se conectam às aplicações reais da IA. Acompanhe!
Afinal, como a IA impacta campanhas de marketing?
A presença da IA no marketing representa uma mudança estrutural. Segundo Walter Longo, a verdadeira revolução da tecnologia não acontece quando ela se torna possível, mas quando se torna invisível, integrada às rotinas, decisões e experiências. No marketing, isso se traduz em ferramentas de IA que tornam campanhas mais inteligentes, e deixam de reagir ao comportamento do consumidor para começar a antecipá-lo.
IA e campanhas multicanal
A automação inteligente permite que campanhas multicanal funcionem como sistemas vivos. Em vez de ações isoladas por canal, a IA conecta dados de diferentes pontos de contato e cria jornadas contínuas entre e-mail, SMS, WhatsApp, RCS e voz. O resultado é uma comunicação mais fluida, coerente e adaptável ao comportamento do usuário em tempo real.
Segundo Longo, estamos saindo da era do “mass media” para o “my media”, em que cada pessoa vive uma experiência única com a marca. A IA é o motor dessa transição, permitindo que campanhas sejam ajustadas automaticamente conforme respostas, horários, preferências e histórico de interação.
Mensagens mais úteis e contextualizadas
Outro impacto direto da IA no marketing está na qualidade das mensagens. Walter Longo destaca que personalização sem alma é apenas automatismo. A IA só gera valor quando usada para compreender intenção, contexto e desejo. No marketing, isso significa abandonar comunicações genéricas e entregar conteúdos que realmente ajudem o cliente em seu momento específico.
Com IA, é possível prever necessidades, sugerir soluções antes mesmo da solicitação e respeitar o tempo do outro. Campanhas deixam de empurrar ofertas e passam a servir melhor, criando valor real na relação entre marca e consumidor.
Análise de dados e marketing preditivo
A análise de dados é um dos campos mais impactados pela inteligência artificial marketing. Segundo Walter Longo, a IA ama a complexidade: ela cruza variáveis, identifica padrões e antecipa cenários com precisão. Para o marketing, isso significa sair do olhar retrospectivo e adotar uma lógica preditiva.
Campanhas passam a ser orientadas não apenas pelo que já aconteceu, mas pelo que provavelmente acontecerá. Isso melhora decisões de segmentação, timing, canal e conteúdo, tornando a operação mais estratégica e menos intuitiva.
Eficiência operacional e foco no humano
Por fim, a IA transforma a operação ao assumir tarefas repetitivas, burocráticas e mecânicas. Em seu livro, Walter Longo reforça que delegar à máquina é uma forma de preservar a energia humana para o que realmente importa: empatia, criatividade, visão estratégica e ética. No marketing, isso libera tempo para planejamento, análise e inovação, elevando o papel das equipes.
Principais insights do livro Surfando no Tsunami, de Walter Longo
Em Surfando no Tsunami, Walter Longo propõe uma mudança profunda na forma como enxergamos a Inteligência Artificial. Segundo ele, o maior erro das empresas não é subestimar a tecnologia, mas tentar enquadrá-la dentro de modelos mentais antigos. A IA não é apenas uma inovação incremental, ela representa uma ruptura estrutural que exige novas formas de pensar, agir e decidir.
Um dos conceitos centrais do livro é a ideia de que estamos vivendo um novo Renascimento, impulsionado não por arte ou filosofia clássica, mas por códigos, dados e redes neurais. No entanto, assim como no Renascimento original, a tecnologia só gera valor quando há pessoas capazes de questionar, interpretar e dar sentido ao que está sendo criado. No contexto da IA no marketing, isso significa que não basta automatizar campanhas: é preciso usá-las com intenção, empatia e clareza de propósito.
Walter Longo também reforça que a Inteligência Artificial não deve ser vista como inimiga do trabalho humano, mas como uma forma de inteligência ampliada. Segundo ele, o próprio termo “inteligência artificial” carrega um erro semântico, pois sugere substituição, quando na verdade a IA amplia nossa capacidade de análise, previsão e execução e, no marketing, essa ampliação se traduz em campanhas mais inteligentes, análises mais profundas e decisões menos baseadas em achismo.
O livro também traz uma visão muito clara sobre personalização. Segundo Walter Longo, personalização sem intenção vira apenas automatismo. Não basta usar dados para “parecer” próximo: é preciso usar dados para entender, respeitar e antecipar necessidades. Esse conceito conversa diretamente com o marketing preditivo e com a criação de mensagens mais úteis, um dos maiores ganhos da automação inteligente quando bem aplicada.
Resumo dos principais insights do livro:
- A IA não é uma onda, é um tsunami: rápido, abrangente e inevitável.
- A verdadeira revolução da IA acontece quando ela se torna invisível e integrada ao cotidiano.
- IA não substitui humanos, mas sim amplia capacidades humanas.
- O diferencial não é técnico, mas comportamental: curiosidade, coragem e aprendizado contínuo.
- Personalização sem intenção é apenas automatismo, e dados precisam de empatia.
- A IA lida com o complexo e ajuda a tornar decisões mais simples e precisas.
- O marketing do futuro é preditivo: prever para servir melhor, não apenas vender mais.
- Delegar tarefas repetitivas à IA devolve tempo, foco e energia criativa às pessoas.
- Resistir à tecnologia é mais arriscado do que aprender a usá-la.
- A tecnologia é neutra, já a ética, propósito e sentido continuam sendo responsabilidades humanas.
IA aplicada à soluções reais
Os conceitos apresentados por Walter Longo ganham forma prática quando aplicados às soluções que estruturam a comunicação das empresas. E a Pontaltech vem trabalhando na construção de soluções reais para empresas como a sua, veja:
Qualidade de base com o Qualify
Segundo Longo, a IA funciona como uma guardiã da confiabilidade, capaz de conferir, validar e ajustar informações continuamente. O Qualify atua exatamente nesse ponto, garantindo bases de dados limpas, atualizadas e consistentes. Sem dados confiáveis, nenhuma estratégia de automação inteligente funciona de forma eficaz.
Automação orientada por contexto
A automação nas soluções da Pontaltech vai além de fluxos estáticos. Ela utiliza regras inteligentes, comportamento do usuário e dados históricos para adaptar jornadas em tempo real. Isso reflete a ideia de que a IA deve tornar o complexo simples, permitindo campanhas mais leves, precisas e relevantes.
Agentes de voz com o Play
O Play representa a materialização da comunicação conversacional defendida por Walter Longo. A IA ganha voz, escuta e capacidade de adaptação e os agentes de voz permitem conversas naturais, personalizadas e escaláveis, mantendo o elemento humano no centro da experiência, mesmo em operações de alto volume.
Regras inteligentes de envio
As regras inteligentes de envio conectam intenção, timing e canal. Elas garantem que cada mensagem seja entregue no momento certo, pelo canal mais adequado, respeitando o contexto e preferência do usuário. Essa lógica traduz o conceito de “servir melhor” por meio da tecnologia.
Tecnologia que amplia, não substitui
O futuro não chega, ele é convidado. A IA no marketing não é um destino final, mas uma ferramenta poderosa que exige escolhas conscientes. Empresas que usam a inteligência artificial marketing para ampliar sua capacidade de escuta, personalização e eficiência constroem relações mais sólidas e relevantes.
A Pontaltech se posiciona nesse cenário como uma empresa alinhada às tendências IA 2026, conectando dados, automação e comunicação de forma ética, segura e humana. Em um mundo onde a tecnologia acelera tudo, o verdadeiro diferencial continua sendo a capacidade de usar essa velocidade com sentido.



